The Steal Like An Artist – Journal by A. Kleon

Category : Books

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The Steal Like an Artist Journal: A Notebook for Creative Kleptomaniacs

From the New York Times bestselling author of Steal Like an Artist and Show Your Work! comes an interactive journal and all-in-one logbook to get your creative juices flowing, and keep a record of your ideas and discoveries.

The Steal Like an Artist Journal is the next step in your artistic journey. It combines Austin Kleon’s unique and compelling ideas with the physical quality that makes journals like Moleskines so enormously popular. Page after page of ideas, prompts, quotes, and exercises are like a daily course in creativity. There are lists to fill in—Ten Things I Want to Learn, Ten Things I Probably Think About More Than the Average Person. Challenges to take. Illustrated creative exercises—Make a Mixtape (for someone who doesn’t know you) and Fill in the Speech Balloons. Pro and con charts—What Excites You?/What Drains You?

The journal has an elastic band for place-marking and a special pocket in the back—a “swipe file” to store bits and pieces of inspiration. Because if you want to steal like an artist, you need a place to keep your loot.


Show Your Work by A. Kleon

Category : Art, Books

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Show Your Work!: 10 Ways to Share Your Creativity and Get Discovered

Forget the lone genius myth, says Kleon, author of the best-seller, Steal like an Artist (2012). His 10-step journey in this beginner’s guide to self-promotion emphasizes audience building and explains the how and why of such approaches as thinking about process rather than product, sharing something each day, teaching what you know, learning to take a punch, and developing staying power. Kleon’s use of artists’ quotes, photographs, and organizational diagrams enhances the text as he reminds readers of how interested people are in the creative process. Become a documentarian . . . start a journal . . . keep a scrapbook . . . see the work you’re doing more clearly and feel . . . progress. When you’re ready to share, you’ll have a surplus of material. Put work out there and let people take their best shot. Then make even more work and keep sharing it until you learn that criticism can’t hurt and may help you. And stick with it. Kleon’s powerful advice makes this small-format book not-at-all little. — Whitney Scott

No genial New York Times bestseller Steal Like an Artist, Austin Kleon, apresentou aos leitores a chave para o desbloqueio da criatividade. Agora surge com o próximo passo da jornada: como mostrar o seu trabalho. SHOW YOUR WORK! Põe um fim ao destrutivo mito do génio solitário, mostrando aos artistas, escritores e criativos empreendedores como se unirem pela nova ecologia do talento. Sobre como ser descoberto ao tornar o trabalho acessível, como usar o “networking” em vez de perder tempo no “networking”. A chave é o processo e não o produto final. Partilhe qualquer coisa todos os dias (mas sem se tornar num “Human SPAM”). A partir de dez principios, SHOW YOUR WORK!


Francis Bacon (Ed. Pompidou)

Category : Art, Books

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Francis Bacon, edição do Centre Pombidou, Paris, 1996.

Francis Bacon, filho de pais ingleses, nasceu em 28 de Novembro de 1909 em Dublin, Irlanda. Depois de viajar para a Alemanha e França ainda jovem, estabeleceu-se em Londres, onde começou a sua carreira como pintor autodidacta. A maioria das suas pinturas da década de 1940 e 60 retratam a figura humana em cenas que sugerem a alienação, violência e o sofrimento. Provocante, expressiva e por vezes grotesca, a obra de Bacon é considerado uma das mais importantes da era do pós-guerra. Morreu em Madrid, Espanha, em 28 de Abril de 1992.

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Mesmo durante um período em que a arte moderna foi dominada pela abstracção, Bacon continuou a pintar a figura humana. O uso emocional de pinceladas e cores, bem como o seu exagero das formas levou a ser rotulado como um artista expressionista, embora rejeite esse termo.

Algumas das obras da década de 1960 de Bacon retratam uma figura masculina solitária num cenário em forma de arena. Outros apresentam figuras nuas, muitas vezes com proporções e características grotescamente alterados. Os temas da violência e mortalidade são fundamentais na sua obra. Pintou frequentemente retratos de pessoas conhecidas do maintream da época, como o amigo, o artista Lucian Freud, ou o cantor Mick Jagger e George Dyer, seu amante.

A sensação do corpo como metamorfose, de uma crueldade, onde uma única figura se apresenta sobre níveis sensitivos opostos. Há graus de queda, de curvatura ou de dilatação, forças que se exercem sobre o corpo segundo um ritmo que Bacon procura tornar visível. Essa visibilidade, que toma a profundidade do corpo, tocando as dimensões que contraem ou dilatam, deixa de ser narrativa. A narração desenvolve-se somente sobre um nível de sensação. (A partir da Logique de la Sensation de Gilles Deleuze).

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Three Studies for Figures at the Base of a Crucifixion


STEAL LIKE AN ARTIST de Austin Kleon

Category : Art, Books, Design, News


10 Things Nobody Told You About Being Creative

1. Steal like an artist.
2. Don’t wait until you know who you are to get started.
3. Write the book you want to read.
4. Use your hands.
5. Side projects and hobbies are important.
6. The secret: do good work and share it with people.
7. Geography is no longer our master.
8. Be nice. (The world is a small town.)
9. Be boring. (It’s the only way to get work done.)
10.Creativity is subtraction.

Um inspirador guia sobre a Criatividade na era digital, Steal Like An Artist, apresenta dez princípios transformativos que poderão ajudá-lo a descobrir o seu lado artístico e desenvolver um estilo de vida mais criativo.

Admita que nada é original, agarre as influências, estude a partir de obras de outros autores/artistas, reinterprete o seu trabalho para descobrir o seu caminho. Procure interesses vários, independentemente para onde o possam levar – o que parece um hobby hoje, poderá torna-se num trabalho para toda a vida. Esqueça o velho cliché de escrever sobre aquilo que sabe, em vez disso, escreva o livro que gostava de ler, faça o filme que gostava de ver.

Austin Kleon é escritor e artista, vive em Austin no Texas (EUA). Para mais informações visite: www.austinkleon.com.


Oliva Creative Factory com Núcleo de Arte

Category : Art, News

OCF_fachadaO Núcleo de Arte da Oliva, inaugurado em finais de 2013, é uma instituição cultural que tem por missão sensibilizar o público para arte contemporânea e para a expressão artística como fundamento de uma cidade criativa e inovadora, assumindo-se como espaço de debate e reflexão sobre a sociedade contemporânea e espaço de promoção e desenvolvimento cultural e criativo da região onde se insere.

Chamando a si a responsabilidade de estimular e aprofundar o conhecimento, fruição e confronto das comunidades com novas práticas artísticas, no cumprimento da sua missão, o Núcleo de Arte assume-se como um espaço integrador e inclusivo, espaço de independência e excelência, espaço educativo e lúdico, espaço questionador e desafiador, espaço pensante e criativo. O Núcleo de Arte acolhe duas coleções únicas e incontornáveis no espaço ibérico.

A Coleção Norlinda e José Lima é composta por artistas e projectos interdisciplinares onde se cruzam o desenho, a pintura, a escultura, a fotografia e o vídeo e foi o acervo base da exposição inaugural do Núcleo de Arte.

A Coleção Treger/Saint Silvestre é constituída por núcleos de arte bruta, artes marginais e arte contemporânea e de Arte Vudu do Haiti.

Estes acervos, juntamente com outros provenientes de instituições congéneres ou outras coleções particulares, integrarão um ambicioso projecto de divulgação e promoção da arte na região norte.

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Oliva Creative Factory >> Rua da Fundição, 240 / 3700-119 S. João da Madeira


Google Art Project

Category : Animation, Art

In its art preservationist wing, the Cultural Institute, Google houses an enormous digital collection of artwork spanning centuries and continents in what it calls the Art Project. Google’s collection, writes Drue Kataoka at Wired, is part of a “big deal […] it signals a broader, emerging ‘open content’ art movement.” “Besides the Getty,” Kataoka notes, this movement to digitize fine art collections includes efforts by “Los Angeles’ LACMA… as well as D.C.’s National Gallery of Art, the Dallas Museum of Art, Baltimore’s Walters Art Museum, and the Yale University Art Gallery. And Google. Yes, Google.” Google is working hard to defuse this “yes, Google” reaction, posting frequent updates to its collection, already a magnificent phenomenon: “Imagine seeing an image of the Fall of the Rebel Angels by Pieter Breuegel the Elder,” writes Kataoka, “or Vincent van Gogh’s Irises, in high resolution.” Now, you can, thanks to Google’s astonishingly vast digital archive.

In the Art Project, you can stroll on over to Portugal’s Museu do Caramulo, for example, which Google describes as “an unusual museum in a small town” off the beaten path. There, you can see this macabre 1947 Picasso still life or this 1954 Salvador Dali portrait of a Roman horseman in Iberia (above). Then head over to the other side of the world, where the Adachi Museum of Art in Japan contains 165,000 square meters of Japanese garden: “The Dry Landscape Garden, The White Gravel and Pine Garden, the Moss Garden, and The Pond Garden.” It also features gorgeous paintings like Yokoyama Taikan’s 1931 Autumn Leaves and Hishida Shunso’s adorable 1906 Cat and Plum Blossoms. Dozens of smaller collections like these sit comfortably alongside such extensive and well-known collections as New York’s MoMA and Metropolitan Museum of Art and Florence’s Uffizi. See a tiny sampler of the Art Project in the video teaser above.

Fonte: http://www.openculture.com/


Cold Rush (NG)*

Category : Photography

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Photograph by Andrea Centon
A light mist rises from Iceland’s Gullfoss (Golden Falls) as it plunges in steps to the canyon below. The mighty flow is located on the Hvítá River, which in turn is fed by Iceland’s second biggest glacier, the Lángjökull. Cold Rush *National Geographic.


Lançamento do livro Foz! Saudosa Foz!

Category : Books, News

capa-roPrograma Ciclo Foz Literária

Ramalho Ortigão volta à Foz no centenário do seu falecimento

Exposição evocativa do centenário do nascimento, então vivamente celebrado na Foz

Apresentação do livro “Foz! Saudosa Foz”, editado pelo Progresso da Foz. Capa e design gráfico de Dragari design/Ricardo Almeida.

Colaboraçãpo especial: Joaquim Pinto da Silva, José Magalhães e Maria João João Alvarez

11 de Outubro
Cerimónia de colocação das placas comemorativas do centenário do falecimento de Ramalho Ortigão


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